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06/10/2013

Sobre leitura e formação de leitor@s


"É preciso ensinar aos alunos a beleza da língua e reafirmar as noções de que o livro é um amigo que está sempre ao nosso lado." Ana Maria Machado

A leitura é fundamental em nossas vidas.

O processo de formação de um leitor começa desde muito cedo. A mãe que lê histórias para o filho que ainda está em seu ventre, a avó que conta causos e lendas aos netos, o contato com livros, revistas, jornais, o simples fato de ver um adulto ler silenciosamente são grandes contribuições para formarmos futuros leitores.

Infelizmente, não são todas as crianças que vão para a escola com estas vivências.Cabe, então, ao educador proporcioná-las aos alunos. Mesmo os que têm contato com livros e histórias necessitam ser estimulados continuamente.

Uma contação de história pode e deve ser feita das mais diversas formas. É muito comum serem utilizados recursos como: álbum seriado, fichas, ampliações, painéis, o próprio livro, etc. Porém, é viável fazer uma ótima contação utilizando, apenas, a voz e expressões faciais da contadora. Isso tudo torna-se ainda mais fácil e prazeroso, quando contamos uma história pela qual somos "apaixonados(as)". Transmitimos o encantamento, quando nós mesmos somos encantados pelo que fazemos e lemos. Para despertar em nossos alunos o gosto pela leitura, é necessário compartilharmos dele.

A leitura tem o poder de nos tocar profundamente, fazer-nos viajar e modificar-nos, por que não!? 

Não há receita para educar, tão pouco para garantirmos que nossos alunos terão o hábito de ler, mas se nós, educadores, pudermos incentivá-los desde cedo, teremos uma probabilidade de êxito muito maior.

Eu conheço bem a história, me encantei com ela, utilizei recursos que chamaram a atenção dos alunos, disponibilizei a eles livros e vivências ligadas à leitura, fiz minha parte! 

Se o educador valorizar estas "pequenas grandes coisas", com certeza,  terá semeado nos educandos o conhecimento e gosto pela literatura. 

Somos o modelo, marcamos a vida de cada criança, positiva ou negativamente. Saibamos, então, utilizar desta influência para fazer de nossos pequenos de hoje grandes devoradores de livros amanhã.

Texto da aluna Laura Santos - turma 31 A/2013



08/08/2013

Vamos ser madrinhas e padrinhos de leitura!


A leitura em voz alta, feita pelo professor, para seus alunos, tem um enorme potencial educativo: permite que as crianças conheçam (ou reencontrem) obras e autores, se encantando, com isso, pelas maravilhas da literatura; apresenta a elas algumas das razões que levam os leitores adultos a ler, ajudando-as na identificação de seus próprios motivos para buscar essa atividade; permite que, no momento da leitura, a sala toda esteja unida em torno das emoções e do prazer que essa leitura desencadeia - como uma verdadeira comunidade de leitores - e que, depois, dela, todos possam trocar ideias e discutir as impressões que tiveram, seus personagens preferidos, os momentos de medo ou suspense, outros finais possíveis etc., conhecendo o ponto de vista de outros leitores sobre a leitura realizada e com isso aprofundando sua compreensão, aprendendo a apreciar outras opiniões e também a fundamentar melhor as suas (Primeiras leituras de Monteiro Lobato - sequência didática, publicada na Revista Nova Escola).
Estou participando das formações do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.

Tá certo, não atuo nos anos iniciais, mas no Ensino Médio - Curso Normal (que forma professores para trabalhar com as crianças). Por isso, meu interesse: é óbvio, parece.

E os encontros têm sido muito proveitosos, porque me permitem, a partir do referencial teórico, a reflexão sobre minhas práticas, sempre necessária! 

Também, porque estou no meio de muitas colegas que vivem o dia a dia nos anos iniciais. E como aprendo com elas...

Uma das ideias, entre tantas relatadas no coletivo - pena que eu não lembro de que escola*... prometo perguntar no nosso próximo encontro e trazer pra cá! -, me deixou com uma vontade... padrinhos de leitura...

As crianças do 4º ou 5º ano se tornam madrinhas de leitura das menores! Lindo!

Pois é, inspirada nessa prática, as alunas (e o aluno!) do 3º ano do Curso Normal serão madrinhas (e padrinho!) de leitura das crianças do Curso de Aplicação do Elisa!

Será um tempo de leitura deleite, que, segundo o Caderno de Formação de Professores,
é sempre de prazer e reflexão sobre o que é lido, sem se preocupar com a questão formal da leitura. É ler para se divertir, sentir prazer, para refletir sobre a vida. Tal prática, no entanto, não exclui as situações em que se conversa sobre os textos, pois esse momento também é de prazer, além de ser de ampliação de saberes.
O projeto poderá ser lido aqui (está em construção)!

*** *** *** *** ***

Atualização em 17/08/13

* Como havia prometido: a ideia dos padrinhos de leitura foi compartilhada pela professora Ângela Martins Rodrigues, do Instituto Estadual Romaguera Correa, de Uruguaiana - RS. :-)



29/07/2013


Hoje recomeçamos na escola! :-)

E nada melhor do reencontrar colegas e alunas que nos instigam.
- Professora, a gente precisa de uma história sobre o corpo humano (podemos substituir corpo humano por alimentação, Rio Grande do Sul, dia dos pais, folclore...)
Essa fala rendeu uma conversa muito bacana que estou espichando aqui...

O Curso Normal do Elisa orienta que a atividade desencadeadora dos projetos, para serem aplicados na educação infantil e nos anos iniciais, seja a hora do conto. Maravilha!

E aí se dá o impasse: como escolher as obras literárias?

O que acontece, na maioria dos casos, é, em primeiro lugar, a decisão sobre o tema do projeto - e os conteúdos e as atividades possíveis - para, somente então, começar a busca desenfreada por uma obra (nem sempre) literária que aborde o assunto.

E essa "ordem" de ações não se dá, somente, nas práticas das estagiárias do curso normal. Ela está nas escolas, há anos. Talvez, por isso, seja tão difícil reinventá-la.

É justo submeter a literatura aos conteúdos das diferentes disciplinas?

Com a palavra, algumas/alguns mestras/mestres, que já participaram de nossas aulas:

Nelly Novaes Coelho:
(...) acreditamos que a literatura (para crianças ou adultos) precisa urgentemente ser descoberta, muito menos como mero entretenimento (pois deste se encarregam com mais facilidade os meio de comunicação de massa), e muito mais como uma aventura espiritual que engaje o eu em uma experiência rica de vida, inteligência e emoções (Literatura infantil: teoria, análise, didática).
Gládis Kaercher:
Esta concepção (instrumentalista) acredita que a literatura "serve" para enriquecer a linguagem da crianças, que contribui para o aprendizado de novas palavras, que "introduz" este ou aquele conteúdo (se, por exemplo, precisamos estudar os seres vivos em Ciências, por que não aproveitar e "iniciar" esta abordagem por uma "historinha"?) Para resumir, esta perspectiva entende a que a literatura é um instrumento através do qual... (isso, se pensarmos que a literatura existe apenas para este fim). ("E se a historinha não funciona:": sobre paixões e literatura...)
Celso Sisto:
Só se conta bem aquela história que a gente amou, estudou e contou pras paredes, pro teto, pro espelho, pros filhos, até que ela brote dos lábios com veemência, convicção, detalhe e emoção.
(...)
Mas contar bem uma história é também evitar o didatismo e a lição de moral, os esteriótipos da palavra e dos gestos; o maniqueísmo e os preconceitos; o óbvio, o modismo e o lugar comum.
(...)
E é exatamente do fascínio de ler que nasce o fascínio de contar. E contar histórias hoje significa salvar o mundo imaginário. Vivemos, em nosso tempo, o império das imagens, quase sempre gerais, reprodutoras e sem individualidade.
(...)
Quando se conta uma história, começa-se a abrir espaço para o pensamento mágico (Textos e pretextos: sobre a arte de contar histórias).
Lena Lois:
O texto literário é arte, não é pedagogia. Dialoga com a subjetividade, não com a técnica.
Não há nada de errado em utilizar textos de literatura quando tratamos do estudo da língua portuguesa; seria incoerente pensar assim, quando reconhecemos na literatura uma especial manifestação da língua. A ressalva está na tendência a sua pura escolarização. Dar utilidade para o texto literário, antes de permitir o encontro do estudante com a arte, é sabotar o leitor e desconsiderar o papel humanizador que a escola precisa ter (Teoria e prática na formação do leitor: leitura e literatura na sala de aula).
Princípio de conversa! ;-)


03/12/2012

Indicação de sites de/sobre literatura infantil

 Surpresa, captura e envolvimento sintetizam sensações que certamente gostaríamos de provocar em nossos alunos de Educação Infantil e Anos Iniciais em sua experiência com a narrativa literária. Muito mais do que "correção de leitura, interpretação fiel e entendimento", o maior e mais duradouro sucesso do nosso trabalho com as histórias em salas de aula é tornar o contato com livros uma experiência repleta de vivências significativas para nossos alunos, experiências capaz de modificar suas vidas. Enfim, entrar no mundo mágico dos livros, gostar dele e, em consequência, querer nele ficar (Maria Isabel Dalla Zen e Rosa M. Hessel Silveira).
Em 2012, lemos obras de literatura infantil, fizemos as primeiras experiências de hora do conto, refletimos sobre  a formação do leitor e o ensino de literatura na educação infantil e nos anos iniciais...

Alguns textos que a turma 21 A produziu, a partir dessas vivências, estão na Revista Era uma vez...


Quer dizer, somos editor@s da Revista !!!

Por isso, nossas contribuições, para que esse espaço fique com o nosso jeito, são muito importantes!!!

Para "amarrar" nossas reflexões, trago o desafio de  realizar uma atividade colaborativa, usando um editor de texto online Pirate Pad.

Vamos usar nossos tempos na escola e alguns tempos em casa!

É um trabalho que envolve a leitura de um site que aborda temas sobre literatura infantil para ser indicado na Revista Era uma vez...

Cada grupo receberá o link de um site e ficará responsável pela leitura, análise do site e elaboração de um texto coletivo em que apareça o resumo do conteúdo do site e a resposta à pergunta: vale a pena acessar esse site para fortalecer/consolidar os conhecimentos sobre literatura infantil? por quê?

Para acessar o editor de texto, cada grupo deve clicar no link abaixo em que se encontra o seu nome. Lá o grupo vai encontrar algumas orientações para realização da atividade!

Os grupos, quando finalizarem o trabalho, devem inserir o link para o texto no grupo Curso Normal - Elisa Valls, no Facebook.

Grupo 1: Andressa Salgueiro,  Karoline - Literatura Infantil
Grupo 2 : Ana Luiza, Aniele, Bethina, Bianca Dutra - O livro para a criança
Grupo 3: Bruna Nunes,  Bruna Bittencourt, Daiane Salgueiro - Projeto Conto de fadas
Grupo 4:  Bruna Mosse, Caroline - A importância da leitura
Grupo 5:  Dayane, Evandro -  Leitura na pré-escola
Grupo 6: Indaiara, Juliana - Leitura nos anos iniciais I
Grupo 7: Karen, Sabrina - Literatura Infantil 
Grupo 8: Marielle, Melani,  Tatiele, Wandélli - Revista Emília 



01/05/2012

LI - plano de trabalho


A disciplina Literatura Infantil, no segundo ano do Curso Normal em nível médio, ocorre em 2h/a por semana, perfazendo um total de 66 h/a anuais.

Para o espaço/tempo da escola e/ou para outros espaços/tempos (na web, por exemplo), traço o seguinte plano¹ de trabalho:


Ementa:

Estabelecimento de relações entre o ato de ler e as estratégias de leitura. Revisão do conceito e da finalidade da literatura. Busca de compreensão do caráter estético, artístico da produção literária destinada ao público infantil. Explicitação da tipologia de textos literários e do papel da ilustração nos livros infantis. Estudo e leitura de obras da literatura infantil brasileira, considerando os aspectos estéticos, lúdicos e composicionais da narrativa e da poesia. Investigação sobre os subsídios para a seleção apropriada de textos. Reconhecimento de que a formação do aluno-leitor pressupõe um professor-leitor. Reflexão sobre a função do professor como mediador de leitura. Desenvolvimento de uma metodologia que estimule o aluno a construir uma história de leitura, estabelecendo relações entre as obras e a vida, com autonomia, criticidade. Produção de roteiros de leitura de textos narrativos e poéticos.


Objetivos:
  • Despertar, no futuro professor, a paixão pela leitura de textos literários, necessária para fomentar o interesse, a motivação e o encantamento nos (futuros) alunos.
  • Promover o embasamento teórico que subsidiará a seleção apropriada de textos e o desenvolvimento de atividades  de mediação de leitura.
  • Provocar discussões pedagógicas e/ou de cunho sócio-político, a partir dos assuntos e das ideias veiculados pelos textos de literatura infantil.
  • Oportunizar a vivência de situações de leitura através da abordagem de diferentes textos literários.
  • Propor atividades que propiciem  a leitura crítica, buscando a intencionalidade dos textos e a relação destes com a realidade.
  • Criar, planejar, realizar  e avaliar situações didáticas, utilizando o conhecimento sobre literatura infantil, em que ocorra o estímulo dos (futuros) alunos a ser sujeitos da criação tanto na leitura quanto na produção a partir dos textos lidos.
  • Trabalhar em uma perspectiva interdisciplinar, percebendo  a Linguagem - língua portuguesa e literatura infantil - como um elo entre os conhecimentos na busca por uma formação integral dos sujeitos.

Práticas:
  • Atividades de produção escrita: resenhas e relatórios de leitura, anotações a partir de vídeos e de aulas expositivas.
  • Atividades  de leitura: leitura  compartilhada no início das aulas, feita pela professora e pelos alunos, buscando o prazer, a fruição que o texto literário proporciona;  contação de história utilizando recursos criativos;  leitura extensiva como forma de consolidar a paixão pelo texto literário e  a capacidade de perceber a importância da literatura para o processo de autoconhecimento e de conhecimento de mundo.
  • Atividades de pesquisa, em diferentes fontes (na web, em livros, em revistas...) sobre os temas desenvolvidos em aula, a fim de aprofundar os conhecimentos.
  • Atividades  de produção de textos orais: partilha de conhecimentos em rodas de conversa ou em forma de seminários;  debate a partir de textos literários, buscando os possíveis sentidos, a intencionalidade, as relações com a realidade.
  • Atividades de escuta respeitosa de textos: aulas expositivas, palestras, seminários, debates, vídeos, seguidas de registros escritos, em forma de resumo, relatórios.

Metodologia:

É importante tecer algumas considerações que condicionam a metodologia aqui concebida.
Para a criança,
o ato de ler é uma aventura fascinante, que lhe garante um novo domínio. A fascinação de exercê-lo torna-se ainda maior quando a criança descobre que, através da ficção e da poesia, encontra resposta às suas indagações interiores. Ao defrontar-se  com textos de valor estético e cultural, que traduzem o sentido da existência por engendrarem respostas a seus conflitos e emoções, a criança acrescenta um novo estímulo à sua vida (Saraiva, p.82).
Em muitos casos, a escola é o único espaço/lugar em que essas crianças terão contato com os textos literários. Portanto, deve assumir a responsabilidade de oferecer-lhes experiências significativas de leitura  que privilegiem o modo estético de representar o mundo e de trabalhar a linguagem.
Ainda, este plano de trabalho, entende que
relação com a literatura deve ser basicamente de fruição: cabe desfrutá-la satisfatoria e prazerosamente, livre de excessos de tecnicalidades. O importante é vivenciar a força existencial da representação estética e a beleza da construção do texto e do trabalho com a linguagem (Faraco, p. 7).
Essas ideias pressupõem o investimento na construção da autonomia dos alunos, problematizando a condição de simples repetidores de conteúdo e passando à condição de leitores, autores, pesquisadores - críticos e reflexivos -, não só sobre as questões de leitura e de literatura infantil, mas sobre o cotidiano. 

Ou seja, o conhecimento não é um produto fixo nem acabado; é construído num contexto de troca. O professor deve promover a aprendizagem, estimular o diálogo, provocar o surgimento de dúvidas, apoiar as reconstruções. Ao aluno, por sua vez, cabe uma postura ativa; deverá compartilhar, criar, interagir para compreender.

Para complementar, Cobo e Pardo mencionam as seguintes abordagens de aprendizagem: aprender fazendo, aprender interagindo, aprender buscando e aprender compartilhando.



Avaliação:

É um processo contínuo, em que serão diagnosticados os avanços e os limites e, a partir daí, estabelecidos rumos para superar esses limites. Para isso é fundamental, a participação do aluno e a interação com os colegas e com a professora.

Serão utilizados diferentes instrumentos para avaliar o aluno (individualmente ou em grupos): produção textual - resenha, relatórios, registros feitos nas aulas, portfólios ou diários virtuais; seminários: pesquisa, planejamento e participação; leitura expressiva de textos literários; contação de histórias; elaboração de planos de aula para  a educação infantil e para os anos iniciais do ensino fundamental. 


Referências bibliográficas:
  • BALDI, Elizabeth. Leitura nas série iniciais: uma proposta para formação de leitores de literatura. Porto Alegre, Projeto, 2009.
  • BORDINI, Maria da Glória e AGUIAR, Vera Teixeira. Literatura: a formação do leitor: altenativas metodológicas. Porto Alegre, Mercado Aberto, 1988.
  • COBO, Cristóbal e PARDO, Hugo. Planeta Web 2.0 – inteligência colectiva o médios fast food. Grup de Recerca d'Interaccions Digitals, Universitat de Vic. Flacso México. Barcelona / México DF. 2007.
  • COELHO,  Nelly Novaes. Literatura infantil: teoria, análise, didática. São paulo, Moderna, 2000.
  • DALLA ZEN, Maria Isabel (org.). Projetos pedagógicos: cenas de salas de aula. Porto Alegre, Mediação, 2009. 
  • FARACO, Carlos. Português: língua e cultura. Curitiba, 2003.
  • FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler - em três artigos que se completam. São Paulo, Cortez Editora & Autores Associados, 1991. 
  • ____________. Pedagogia da autonomia. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1996.
  • HOFFMANN, Jussara.  Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre, Mediação, 1993.
  • JOLIBERT, Josette (org.). Formando crianças leitoras. Porto Alegre, Artmed, 1994.
  • LOIS, Lena. Teoria e prática da formação do leitor: leitura e literatura na sala de aula. Porto Alegre, Artmed, 2010.
  • NASPOLINI, Ana Tereza. Tijolo por tijolo: prática de ensino de língua portuguesa. São Paulo, FTD, 2009.
  • PARREIRAS, Ninfa. Confusão de línguas na literatura: o que o adulto escreve, a criança lê. Belo Horizonte, RHJ, 2009.
  • SARAIVA, Juracy (org.). Literatura e alfabetização: do plano do choro ao plano da ação. Porto Alegre, Artmed, 2001.


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1. Alun@s e colegas, é um plano, por isso em construção permanente! Conto com vocês!

Leiam, comentem, questionem... 

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