21/08/14

Raul Seixas... 25 anos depois!



 Há 25 anos, eu nem pensava em nascer, errada estava eu, em querer esperar mais um pouquinho até dar o ar da minha graça.

Passaram-se quatro anos da partida dele e eu cheguei... 

Ao me deparar com este mundo, gritei: ''Pare o mundo que eu quero descer!'' 

Não seria ruim, hoje, ter meus cabelos brancos. 

Teria, certamente, filhos e netos lindos! Para eles, poderia dizer sorrindo: ''Eu vivi Raul!'' (Eu com meus 60 anos, mais ou menos!). 

Porém, hoje, posso afirmar: "Eu vivo Raul!'' Sem cabelos brancos, sem muita idade, com nenhum filho e consequentemente, sem nenhum neto. 

Não vivi para conhecê-lo, eu existo para senti-lo! 


É, Raul, conhecer tua obra foi a melhor herança que poderias ter me deixado... (Deixado para teus fãs, pessoas que não tiveram a honra de viver e apreciar a tua época!) 

E onde quer que estejas, eu sei que  estarás cantando e encantando com sua lucidez! Dizendo:  ''Eu vou sempre avante no nada infinito, flamejando meu rock, meu grito. Minha espada é a guitarra na mão!'' 

Já se passaram 25 anos de tua partida. Mas o que são esses 25 anos, perto da tua ETERNIDADE?!! 

Muito obrigada, Raul Santos Seixas (Salvador, 28 de junho de 1945 - São Paulo, 21 de agosto de 1989).





Texto de Érika Rebés

06/03/14

Língua portuguesa: como ensinar/aprender?

No livro Ensino da língua materna - para além da tradição, organizado por Maria Luisa Xavier e Maria Isabel Dalla Zen, encontramos vários artigos fundamentais para quem trabalha com práticas de linguagem.

Destaco o  que inicia a obra: Ensino da língua materna: princípios orientadores, escrito por uma das organizadoras (Dalla Zen) e  que deve inspirar nossas práticas relacionadas ao ensino da língua materna.

A apresentação que segue tem por base, especialmente,  esse texto:

Ensino da língua materna

Refletindo sobre  aulas de língua portuguesa nos anos iniciais, que "mofos", ainda, precisam ser retirados? Por que é necessário retirá-los? Como fazer isso?

Deixa tua contribuição nos comentários!

06/10/13

Sobre leitura e formação de leitor@s


"É preciso ensinar aos alunos a beleza da língua e reafirmar as noções de que o livro é um amigo que está sempre ao nosso lado." Ana Maria Machado

A leitura é fundamental em nossas vidas.

O processo de formação de um leitor começa desde muito cedo. A mãe que lê histórias para o filho que ainda está em seu ventre, a avó que conta causos e lendas aos netos, o contato com livros, revistas, jornais, o simples fato de ver um adulto ler silenciosamente são grandes contribuições para formarmos futuros leitores.

Infelizmente, não são todas as crianças que vão para a escola com estas vivências.Cabe, então, ao educador proporcioná-las aos alunos. Mesmo os que têm contato com livros e histórias necessitam ser estimulados continuamente.

Uma contação de história pode e deve ser feita das mais diversas formas. É muito comum serem utilizados recursos como: álbum seriado, fichas, ampliações, painéis, o próprio livro, etc. Porém, é viável fazer uma ótima contação utilizando, apenas, a voz e expressões faciais da contadora. Isso tudo torna-se ainda mais fácil e prazeroso, quando contamos uma história pela qual somos "apaixonados(as)". Transmitimos o encantamento, quando nós mesmos somos encantados pelo que fazemos e lemos. Para despertar em nossos alunos o gosto pela leitura, é necessário compartilharmos dele.

A leitura tem o poder de nos tocar profundamente, fazer-nos viajar e modificar-nos, por que não!? 

Não há receita para educar, tão pouco para garantirmos que nossos alunos terão o hábito de ler, mas se nós, educadores, pudermos incentivá-los desde cedo, teremos uma probabilidade de êxito muito maior.

Eu conheço bem a história, me encantei com ela, utilizei recursos que chamaram a atenção dos alunos, disponibilizei a eles livros e vivências ligadas à leitura, fiz minha parte! 

Se o educador valorizar estas "pequenas grandes coisas", com certeza,  terá semeado nos educandos o conhecimento e gosto pela literatura. 

Somos o modelo, marcamos a vida de cada criança, positiva ou negativamente. Saibamos, então, utilizar desta influência para fazer de nossos pequenos de hoje grandes devoradores de livros amanhã.

Texto da aluna Laura Santos - turma 31 A/2013



08/08/13

Vamos ser madrinhas e padrinhos de leitura!


A leitura em voz alta, feita pelo professor, para seus alunos, tem um enorme potencial educativo: permite que as crianças conheçam (ou reencontrem) obras e autores, se encantando, com isso, pelas maravilhas da literatura; apresenta a elas algumas das razões que levam os leitores adultos a ler, ajudando-as na identificação de seus próprios motivos para buscar essa atividade; permite que, no momento da leitura, a sala toda esteja unida em torno das emoções e do prazer que essa leitura desencadeia - como uma verdadeira comunidade de leitores - e que, depois, dela, todos possam trocar ideias e discutir as impressões que tiveram, seus personagens preferidos, os momentos de medo ou suspense, outros finais possíveis etc., conhecendo o ponto de vista de outros leitores sobre a leitura realizada e com isso aprofundando sua compreensão, aprendendo a apreciar outras opiniões e também a fundamentar melhor as suas (Primeiras leituras de Monteiro Lobato - sequência didática, publicada na Revista Nova Escola).
Estou participando das formações do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.

Tá certo, não atuo nos anos iniciais, mas no Ensino Médio - Curso Normal (que forma professores para trabalhar com as crianças). Por isso, meu interesse: é óbvio, parece.

E os encontros têm sido muito proveitosos, porque me permitem, a partir do referencial teórico, a reflexão sobre minhas práticas, sempre necessária! 

Também, porque estou no meio de muitas colegas que vivem o dia a dia nos anos iniciais. E como aprendo com elas...

Uma das ideias, entre tantas relatadas no coletivo - pena que eu não lembro de que escola*... prometo perguntar no nosso próximo encontro e trazer pra cá! -, me deixou com uma vontade... padrinhos de leitura...

As crianças do 4º ou 5º ano se tornam madrinhas de leitura das menores! Lindo!

Pois é, inspirada nessa prática, as alunas (e o aluno!) do 3º ano do Curso Normal serão madrinhas (e padrinho!) de leitura das crianças do Curso de Aplicação do Elisa!

Será um tempo de leitura deleite, que, segundo o Caderno de Formação de Professores,
é sempre de prazer e reflexão sobre o que é lido, sem se preocupar com a questão formal da leitura. É ler para se divertir, sentir prazer, para refletir sobre a vida. Tal prática, no entanto, não exclui as situações em que se conversa sobre os textos, pois esse momento também é de prazer, além de ser de ampliação de saberes.
O projeto poderá ser lido aqui (está em construção)!

*** *** *** *** ***

Atualização em 17/08/13

* Como havia prometido: a ideia dos padrinhos de leitura foi compartilhada pela professora Ângela Martins Rodrigues, do Instituto Estadual Romaguera Correa, de Uruguaiana - RS. :-)



29/07/13


Hoje recomeçamos na escola! :-)

E nada melhor do reencontrar colegas e alunas que nos instigam.
- Professora, a gente precisa de uma história sobre o corpo humano (podemos substituir corpo humano por alimentação, Rio Grande do Sul, dia dos pais, folclore...)
Essa fala rendeu uma conversa muito bacana que estou espichando aqui...

O Curso Normal do Elisa orienta que a atividade desencadeadora dos projetos, para serem aplicados na educação infantil e nos anos iniciais, seja a hora do conto. Maravilha!

E aí se dá o impasse: como escolher as obras literárias?

O que acontece, na maioria dos casos, é, em primeiro lugar, a decisão sobre o tema do projeto - e os conteúdos e as atividades possíveis - para, somente então, começar a busca desenfreada por uma obra (nem sempre) literária que aborde o assunto.

E essa "ordem" de ações não se dá, somente, nas práticas das estagiárias do curso normal. Ela está nas escolas, há anos. Talvez, por isso, seja tão difícil reinventá-la.

É justo submeter a literatura aos conteúdos das diferentes disciplinas?

Com a palavra, algumas/alguns mestras/mestres, que já participaram de nossas aulas:

Nelly Novaes Coelho:
(...) acreditamos que a literatura (para crianças ou adultos) precisa urgentemente ser descoberta, muito menos como mero entretenimento (pois deste se encarregam com mais facilidade os meio de comunicação de massa), e muito mais como uma aventura espiritual que engaje o eu em uma experiência rica de vida, inteligência e emoções (Literatura infantil: teoria, análise, didática).
Gládis Kaercher:
Esta concepção (instrumentalista) acredita que a literatura "serve" para enriquecer a linguagem da crianças, que contribui para o aprendizado de novas palavras, que "introduz" este ou aquele conteúdo (se, por exemplo, precisamos estudar os seres vivos em Ciências, por que não aproveitar e "iniciar" esta abordagem por uma "historinha"?) Para resumir, esta perspectiva entende a que a literatura é um instrumento através do qual... (isso, se pensarmos que a literatura existe apenas para este fim). ("E se a historinha não funciona:": sobre paixões e literatura...)
Celso Sisto:
Só se conta bem aquela história que a gente amou, estudou e contou pras paredes, pro teto, pro espelho, pros filhos, até que ela brote dos lábios com veemência, convicção, detalhe e emoção.
(...)
Mas contar bem uma história é também evitar o didatismo e a lição de moral, os esteriótipos da palavra e dos gestos; o maniqueísmo e os preconceitos; o óbvio, o modismo e o lugar comum.
(...)
E é exatamente do fascínio de ler que nasce o fascínio de contar. E contar histórias hoje significa salvar o mundo imaginário. Vivemos, em nosso tempo, o império das imagens, quase sempre gerais, reprodutoras e sem individualidade.
(...)
Quando se conta uma história, começa-se a abrir espaço para o pensamento mágico (Textos e pretextos: sobre a arte de contar histórias).
Lena Lois:
O texto literário é arte, não é pedagogia. Dialoga com a subjetividade, não com a técnica.
Não há nada de errado em utilizar textos de literatura quando tratamos do estudo da língua portuguesa; seria incoerente pensar assim, quando reconhecemos na literatura uma especial manifestação da língua. A ressalva está na tendência a sua pura escolarização. Dar utilidade para o texto literário, antes de permitir o encontro do estudante com a arte, é sabotar o leitor e desconsiderar o papel humanizador que a escola precisa ter (Teoria e prática na formação do leitor: leitura e literatura na sala de aula).
Princípio de conversa! ;-)


17/07/13

Brincadeira de criança como é bom!


Projeto criado pela aluna Suany Nandara Neves,  da turma 41 A/2013, para ser aplicado na educação infantil, publicado, originalmente, no blog Uma normalista diz.

Tema: Brinquedos e Brincadeiras

Título: Brincadeira de criança como é bom!

Período de duração: 10 dias

Início:11/06       Término: 24/06

Justificativa:

É através da brincadeira que a criança experimenta descobre, cria e exercita suas habilidades, tanto psicomotoras quanto cognitivas e afetivas, através da atividade lúdica que ela estimula a curiosidade, a iniciativa e a autoconfiança, proporcionando aprendizagem, desenvolvimento da linguagem do pensamento e da concentração da atenção (Referencial curricular, volume 2).
É fundamental, na educação infantil, que seja trabalhado o lado lúdico. Brincamos e jogamos com nossos alunos e alunas, porque queremos que as aulas se tornem prazerosas; portanto, não podemos usar jogos e brincadeiras, apenas ,como modo de transmissão de conteúdos, tornando-os não mais jogos e brincadeiras, mas sim atividades dirigidas (mostrando assim uma atitude autoritária de nossa parte, pois o aluno é manipulado e tem uma ação passiva). 

Nosso objetivo maior deverá ser o de tornar as aulas lúdicas, aproximando-as das características do brincar: espontaneidade, improdutividade, trânsito entre a realidade externa e interna, interatividade, simbolismo recriado, desafio e instigação, mistério, imponderabilidade e surpresa.
Com o brincar, a criança aprende além de tudo a socializar-se, fazendo amizades (e inimizades também!), mas de que outro modo seria realizado isto, se não através da atividade lúdica? Brincando, as crianças se organizam mutuamente nas ações, intensificam comunicação e cooperação. Os jogos e brincadeiras coletivas permitem a descoberta do “outro” e isso repercute sobre a descoberta de si mesmo (Maria Isabel Dalla Zen).
Em outras palavras, brincar contribui para a construção do sujeito do conhecimento, permite o desenvolvimento de vínculos coletivos e a inserção na realidade.

Brincar é viver, uma vez que brincar contribui para o desenvolvimento da subjetividade, para a construção do ser humano autônomo e criativo e, em relação ao desempenho das funções sociais, prepara para o exercício da cidadania e da vida coletiva e incentiva a busca da justiça social e da igualdade com respeito à diferença. 
O jogo implica para a criança muito mais do que o simples ato de brincar. Através do jogo, ela se comunica com o mundo e também se expressa. Para o adulto o jogo constitui um “espelho”, uma fonte de dados para compreender melhor como se dá o desenvolvimento infantil. Daí sua importância  (Friedmann).

Objetivo Geral: 

Oportunizar vivências lúdicas para que as crianças possam conhecer diferentes tipos de brincadeiras que surgiram no decorrer dos anos, divertindo-se e aprendendo com elas.

Habilidades:
  • Adequar
  • Adotar
  • Agradecer
  • Ampliar
  • Analisar
  • Associar
  • Brincar
  • Comparar
  • Compreender
  • Construir
  • Cooperar
  • Demonstrar
  • Desenvolver
  • Dialogar
  • Elaborar
  • Escolher
  • Explorar
  • Expressar
  • Identificar
  • Ilustrar
  • Imaginar
  • Interagir
  • Interpretar
  • Localizar
  • Localizar-se
  • Memorizar
  • Mover-se
  • Observar
  • Oportunizar
  • Ordenar
  • Orientar-se
  • Ouvir
  • Participar
  • Partilhar
  • Perceber
  • Pesquisar
  • Posicionar-se
  • Praticar
  • Produzir
  • Promover
  • Proporcionar
  • Provocar
  • Qualificar
  • Quantificar
  • Questionar
  • Realizar
  • Reconhecer
  • Recrear-se
  • Relacionar
  • Reproduzir
  • Respeitar
  • Reutilizar
  • Situar-se
  • Trabalhar
  • Utilizar
  • Valorizar
  • Vivenciar
Atividade desencadeadora: 

Será contado o conto “ Menino Maluquinho”, de Ziraldo, com o auxílio de caracterização do personagem.

Atividades previstas:

Comunicação e expressão:

- Conto: "Romeu e a fábrica de brinquedos", de Susanna Ranchi
- Conversação
- Caderninho da brincadeira
- Compreensão e interpretação de histórias
- Pesquisas: Meu brinquedo favorito
- Do que vovó brincava?
- Trabalho com os crachás dos nomes da turma
- Trabalho com as letras do nome
- Grupo dos nomes conforme a letra inicial
- Produção de textos coletivos
- Meu brinquedo tem história
- Exploração de cartazes: rotina, calendário, chamada, cartaz do tempo
- Ajudante do dia
- Nossos combinados
- Comportamento do dia
- Cantigas de roda
- Paródias
- Adivinhações
- Canções no momento da rotina
- Sons produzidos pelos brinquedos

Psicomotricidade:

- Cada brinquedo na sua caixa
- Jack, quantos passos posso dar?
- Alongamento
- Aquecimento
- Morto vivo
- Ovo choco
- Amarelinha
- Jogo do abraço
- Ursinho
- Estátuas
- Passando a bola
- Pracinha
- Escondendo um brinquedo
- Passando um brinquedo
- Corrida dos brinquedos
- Caçando os brinquedos
- Geométricas do maluquinho
- Jogando com maluquinho
- Pular corda
- Cabra cega

Linguagem Musical:

- Canções no momento da rotina
- Paródias
- Canções folclóricas
- Som dos brinquedos
- Brinquedos também falam?
- Cantigas de roda: Ciranda cirandinha, Atirei o pau no gato, Meu chapéu tem três pontas 
- Músicas da Xuxa: Dança da cadeira, Ilariê, ‘Xo’ preguiça, Palavrinhas mágicas , Estátua

Linguagem plástica:

- Confecção de cartazes
- Desenho com giz molhado
- Desenho livre
- Construção com sucata
- Dobradura
- Técnica do bombril
- Desenho coletivo
- Pintura com tinta

Lógico Matemática

- Contagem das letras do nome (relação número X quantidade)
- Exploração do calendário (tempo, mês, ano, semana, dia).
- Noção de antecessor e sucessor
- Gráficos: Meu brinquedo favorito
- Trabalho com números e quantidades
- Jogo da memória
- Jogo da velha dos brinquedos
- Geométricas do Maluquinho

Natureza e sociedade:

- Cartaz do tempo
- Álbum de fotos da família
- Caderninho da brincadeira
- Linha do tempo
- Pesquisa das brincadeiras antigas
- Eu construo meu brinquedo
- Painéis: Se eu fosse um brinquedo, seria...
- O que precisamos para sermos felizes? 
- Higiene
- Pracinha
- Lanche
- Ajudante do dia

Ensino religioso:

- Painéis: Se eu fosse um brinquedo, seria...
- O que precisamos para sermos felizes?
- Pesquisa: Do que vovó brincava?
- Partilha do lanche
- Oração
- Regras de convivência
- Correio elegante
- Valorizando a vida
- Jogo do abraço

Atividade de culminância:

Será realizada a festa dos brinquedos, quando os alunos deverão trazer brinquedos confeccionados por eles e por seus pais, conforme a letra do nome do aluno.

Avaliação: 

Através do acompanhamento de todas as atividades desenvolvidas neste período, considerando habilidades, valores e conhecimentos.

Observação:


16/07/13

Afinal quem sou eu?


Projeto criado pela aluna Stefani dos Santos, da turma 41 A/2013, para ser aplicado na educação infantil.

Tema: Identidade

Título: Afinal quem sou eu?

Período de duração: Aproximadamente 15 dias

Início: 04 de Junho

Término: 24 de Junho

Justificativa: 

A construção do processo de identidade é contínuo e tem origem no nascimento da criança. 

Aos poucos, ela começa a se perceber como indivíduo: seus gostos, seus desejos, suas vontades e seus medos, compreendendo sua real importância perante à sociedade e desenvolvendo noções básicas que envolvam seu cotidiano, como saúde, higiene, preservação do meio ambiente, vida em comunidade. '
As práticas educativas deve levar em conta os vários aspectos humanos quando o objetivo é auxiliar aos alunos a interpretar e compreender o mundo que os circunda e a si mesmos (Barbosa e Horn). 
Nesse sentido, para provocar aprendizagem, é preciso fazer conexões e relações entre sentimentos, ideias, palavras, gestos, ações, etc.

Objetivo geral: 

Contribuir na construção da identidade da criança, para que ela se perceba como indivíduo, valorizando suas diferenças, seus gostos e suas opiniões, situando-se, assim, no mundo em que vive.

Habilidades:
  • Adquirir
  • Agradecer
  • Alongar
  • Analisar
  • Apreciar
  • Associar
  • Brincar
  • Comparar
  • Compreender
  • Confeccionar
  • Conhecer
  • Consrtuir
  • Conversar
  • Criar
  • Demonstrar
  • Descrever
  • Desenvolver
  • Dialogar
  • Dramatizar
  • Escolher
  • Examinar
  • Exemplificar
  • Expressar
  • Identificar
  • Ilustrar
  • Imaginar
  • Interagir
  • Interpretar
  • Localizar-se
  • Narrar
  • Movimentar-se
  • Observar
  • Ouvir
  • Participar
  • Partilhar
  • Produzir
  • Pronunciar
  • Realizar
  • Reconhecer
  • Recrear-se
  • Relacionar
  • Utilizar
  • Valorizar
  • Vivenciar
Atividade Desencadeadora: 

A história ''O menino e o muro'', de Sônia Junqueira, será colocado um papel pardo  na parede representando o muro e, durante a contação, serão coladas figuras referentes à história.

Atividades previstas:

Comunicação e Expressão:

- Contos: "O menino e o muro", de Sônia Junqueira, "O livro da família", de Todd Parr e "Sujo, eu?", de David Roberts
- Conversação
- Compreensão e interpretação de histórias
- Pesquisas: origem do nome
- Árvore genealógica
- Trabalho com os crachás dos nomes da turma
- Trabalho com as letras do nome
- Conhecimento e pronúncia do nome completo
- Dramatização de músicas e histórias ouvidas
- Produção de textos coletivos
- Exploração de cartazes: rotina, calendário. chamada, cartaz do tempo
- Ajudante do dia
- Rodinha
- Cantigas de roda
- Canções folclóricas
- Canções do momento da rotina
- Meu nome é...

Psicomotricidade:

- O espelho vivo
- Construindo o muro
- Cada criança na sua casa
- Corrida em duplas
- Corrida em zigue-zague
- Boliche
- Morto vivo
- Hora do descanso
- Dança do corpo

Linguagem musical:

- Cantigas de roda
- Canções do momento da rotina
- Exploração dos sons produzidos pelo corpo
- Música do Toquinho: Gente tem sobrenome
- Canções folclóricas
- Música Xuxa: Cabeça, ombro, joelho e pé

Linguagem plástica:

- Desenho livre
- Confecção de carteira de identidade
- Impressão das partes do corpo com tinta
- Desenho com giz molhado
- Construindo o muro
- Alongamento
- Aquecimento

Lógico Matemática:

- Contagem das letras do nome ( relação número X quantidade)
- Exploração do calendário (dia, semana, mês e ano)
- Gráfico: Cor dos olhos dos alunos da turma, fruta preferida 
- Comparação de tamanhos das partes do corpo
- Exploração da chamada
- Exploração da rotina
- Minha altura
- Meu tamanho quando eu nasci

Natureza e sociedade:

- Cartaz do tempo
- Árvore genealógica
- Linha do tempo
- Pesquisa dos nomes/Meu nome é....
- Pesquisa das brincadeiras antigas
- Painéis: O que precisamos para sermos felizes?
- Produtos necessários para a higiene
- Como eu era e como sou agora
- Minha religião
- Brinquedo livre
- Ajudante do dia
- Cartaz do tempo
- Hábitos de higiene

Ensino Religioso:

- História do nome
- Painéis: O que precisamos para ser felizes
- Como eu era e como e sou agora
- Minha religião
- Como estou hoje?
- Agradecimentos
- Mesa partilhada

Atividade de culminância: 

Festa de encerramento das aulas da estagiária e interação família e escola, será realizada uma exposição dos painéis construídos pela turma e os pais serão convidados para a exposição.

Avaliação: 

Acontecerá durante a execução do projeto através da observação e acompanhamento das atividades, fazendo-se as alterações sempre que necessário.

Observações:




15/07/13

Do que é que criança gosta? Bagunça!


Projeto criado pela aluna Laura Aguirre, da turma 41 A/2013, para ser aplicado na educação infantil, publicado, originalmente, no blog Cabeça da Laura.

Tema: Bagunça

Título: Do que é que criança gosta? Bagunça!

Tempo de Duração: 5 dias (18/06/13 até 24/06/13)


Justificativa:

Toda criança adora fazer bagunça ao brincar. E nós, educadores, sabemos que é através da brincadeira e da ludicidade que as crianças aprendem.

Incentivar a criança a brincar pode ser uma forma também de ensiná-la a ser disciplinada, ao organizar seus brinquedos e respeitar as regras dos jogos.

Mostrar o mundo da imaginação, dos sonhos e da brincadeira, com certeza, é a forma mais fácil e divertida de construir aprendizagens sólidas.

Segundo a psicóloga  Erika Vendramini Moreira,
 o brincar é indispensável para que a criança adquira um completo desenvolvimento, solte a imaginação, a criatividade. É através da brincadeira que a criança experimenta, inventa, descobre e exercita suas habilidades.
Objetivo Geral

Incentivar, através de atividades lúdicas e brincadeiras, regras de convivência e cuidados pessoais.

Habilidades:
  • Adotar
  • Adquirir
  • Analisar
  • Comparar
  • Conhecer
  • Construir
  • Comunicar
  • Demonstrar
  • Desenvolver
  • Dramatizar
  • Exercitar
  • Identificar
  • Ilustrar
  • Observar
  • Ouvir
  • Participar
  • Perceber
  • Reconhecer
  • Relacionar
  • Trabalhar
  • Valorizar
  • Vivenciar
  • Utilizar
  • Usufruir
Atividade Desencadeadora: Será contado o conto “Jogo da Parlenda”, de Heloisa Prieto.

Atividades Previstas:

Expressão Oral e Escrita:

- Hora do conto: “A Descoberta da Joaninha”, de Bella Leite Cordeiro
- Questionamentos orais
- Expressão oral nos momentos da rotina
- Exploração dos cartazes: calendário, rotina, tempo e chamada.
- Debates
- Reconhecimento do seu nome e das letras que compõe o mesmo.

Psicomotricidade:

- Alongamento
- Pracinha
- Brincadeiras livre com corda, bola, pinos e bola de boliche, entre outros brinquedos.
- Corrida
- Bagunça no chão
- Relaxamento

Linguagem Musical:

- Parlendas
- Cantigas de Roda

Linguagem Plástica:

- Pintura em tecido
- Modelagem
- Construção de painel
- Ilustração

Lógico Matemático

- Trabalho com quantidades
- Exploração do cartaz: calendário
- Chamada
- Rotina
- Jogo com blocos lógicos

Natureza e Sociedade:

- Exploração de cartaz do tempo
- Construção de painel
- Ajudante do dia
- Momentos de higiene e lanche

Ensino Religioso:

- Momentos de agradecimento
- Ajudante do dia
- Construção de agradecimento


Atividade de Culminância:

Será feita uma tarde de jogos, brincadeiras e contação de história; no final ,a professora irá despedir-se dos alunos, entregando-lhes uma lembrancinha.

Avaliação:

Através do acompanhamento sistemático de todas as atividades desenvolvidas neste período, considerando habilidades, valores e conhecimentos.


Observações:




31/03/13

Concepções de linguagem

 O desafio é formar praticantes da leitura e da escrita e não apenas sujeitos que possam ‘decifrar’ o sistema de escrita (Délia Lerner).
Será que a forma como entendemos a linguagem interfere  em nossas práticas?

No vídeo que segue, o professor Cláudio Bazzoni suscita reflexões interessantes, mostrando como as concepções de linguagem a partir de Vygotsky, de Bakhtin e da ideia de letramento devem nortear o trabalho com a língua.





E então, depois de assistir ao vídeo e de ler um pouco sobre cada pensador e sobre letramento, o que significa ensinar práticas de linguagem? Como podemos fazer isso em nossas aulas?


21/03/13

De volta! :)


Pra começar o ano letivo, blog de cara nova! :)

Sim, fiz uns arranjos diferentes! Penso que vão facilitar a navegação!

Se nos atrapalharem, buscaremos novas formas...

Alun@s das turmas 11 A, 11 B, 21 A, 21 B, 31 A, 41 A, Etapa I e Etapa III: sejam bem-vind@s!!!

Que 2013 seja recheado de aprendizagens!!!


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