16/10/2009

A lanchonete do "Amor"

Em um certo dia, havia uma moça sentada em uma lancheria olhando quem passava pela janela, com o olhar de quem procurava algo ou alguém.

Esta moça se chamava Sophya, e estava se sentindo muito sozinha naquela tarde, embora vivesse rodeada de amigos, mas parecia que lhe faltava algo, algo que não sabia explicar direito.

Talvez lhe faltasse uma calça nova, um celular ou alguém com quem pudesse dividir a conta da lanchonete, alguém lhe desse carinho, amor, compreensão, afeto, talvez fosse isso mesmo, o que lhe faltava era amor, algo que não se pode comprar, porque amor não se compra, amor se conquista, amor não tem preço. 


E esta moça ficou horas lá, sentada, pensando, procurando, sonhando, até chegar a uma conclusão...

"Mas, se tenho tanto espaço no coração, tanto amor para dar, porque não tenho minguém ao meu lado"?

"Esta resposta é fácil", diz sua consciência,"hoje, no mundo, não falta amor, falta tempo. Nós tenhos que trabalhar no mínimo 12 horas por dia para conseguir uma vida digna, sem precisar passar necessidades."

Mas, é claro, que sempre há um tempinho para dar uma saidinha na lanchonete e procurar um amor.

2 comentários:

Profe Suely disse...

Oi, Thalita!!!

Que boa surpresa: passei por aqui só por passar... e encontrei este texto teu!!!

Uma alegria!!!

Adorei o texto e tua autonomia para postar...

Parabéns pela iniciativa!!!

Beijos!

Cybele Meyer disse...

Olá Suely,

Fiquei muito feliz com seu comentário e por partilhar este momento tão especial.
Obrigada por estar sempre por perto.
Depois você me conta o que elas acharam, ok!
beijinhos e obrigada pelo carinho

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